
“Juliet, Nua e Crua” é uma comédia dramática e a mais recente adaptação de um livro de Nick Hornby, mesmo escritor de “Alta Fidelidade” e “Um Grande Garoto” (ambos adaptados também para os cinemas).
Na trama, Annie (Rose Byrne) está em um relacionamento de longa data com Duncan (Chris O’Dowd), fã obsessivo do roqueiro Tucker Crowe (Ethan Hawke).
Sua idolatria é tão grande que ele chega a ser mais dedicado ao ídolo do que à própria namorada, com quem vive junto há anos. Quando surge uma demo acústica de Tucker, que foi hit há 25 anos e nunca fez um segundo álbum, Annie é extremamente crítica ao material, enquanto Duncan imediatamente o venera. Após publicar um comentário negativo no site dedicado ao cantor, o próprio Tucker entra em contato com Annie, através de um e-mail onde diz que concorda totalmente com o que ela e inicia uma peculiar relação à distância.
O longa dirigido por Jesse Peretz traz uma sutileza necessária para essa adaptação e complementa essa eficácia com a escalação de elenco.
Rose Byrne é a alma do filme e Ethan Hawke que da vida ao um homem que tenta arrumar seu passado e se reencontrar consegue transmitir tudo que seu personagem precisa.
O destaque de Hawke não fica só por sua atuação, já que nesse longa ele tem músicas cantadas por ele mesmo.
Mesmo que desperdice explorar mais camadas desses personagens que parecem ter tanto mais a dizer, esse romance é uma boa opção para quem procura um filme mais leve para assistir em um domingo à tarde.
⭐️⭐️⭐️ – Muito bom
🎥 Filme: Juliet, Nua e Crua (Juliet, Naked)
🟣 Disponível em: HBO Max
Direção: Jesse Peretz
2018 ‧ Romance/Drama ‧ 1h 37m
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