
“Kingsman: O Círculo Dourado” não tem o mesmo roteiro criativo do primeiro longa.
A sequência tenta repetir a fórmula de sucesso — a sátira aos filmes de James Bond continuam — a aventura de comédia acerta em alguns pontos, porém falha em outros.
Era nítido os exageros propositais do longa anterior, porém existia um bom senso do enredo em meio as bizarrices.
Logo nas primeiras cenas de “Kingsman: O Círculo Dourado”, fica nítida a ausência da tenuidade do primeiro, especialmente no momento ‘gore’, onde um homem é triturado vivo em uma máquina de moer. Se você relevar essa e mais uma cena de mau gosto, talvez consiga curtir o que essa sequência tem de melhor; as excelentes sequências de ação e a química entre o elenco.
Na trama, um súbito e grandioso ataque de mísseis praticamente elimina o Kingsman, que conta apenas com Eggsy (Taron Egerton) e Merlin (Mark Strong) como remanescentes. Em busca de ajuda, eles partem para os Estados Unidos à procura da Statesman, uma organização secreta de espionagem onde trabalham os agentes Tequila (Channing Tatum), Whiskey (Pedro Pascal), Champagne (Jeff Bridges) e Ginger (Halle Berry). Juntos, eles precisam unir forças contra a grande responsável pelo ataque: Poppy (Julianne Moore), a maior traficante de drogas da atualidade, que elabora um plano para sair do anonimato.
Novos elementos foram adicionados à história principal, incluindo novos nomes no elenco.
Apesar da premissa funcionar e render ótimos momentos de entretenimento, especialmente pelos efeitos especiais, clichês também estão presentes.
“Kingsman: O Círculo Dourado” não é o péssimo filme que muitos dizem ser, mas também está longe da excelência alcançada do filme original.
⭐️⭐️⭐️ – Bom
🎥 Filme: Kingsman: O Círculo Dourado (Kingsman: The Golden Circle)
🟣 Disponível em: Star Plus
Direção: Matthew Vaughn
2017 ‧ Aventura/Comédia ‧ 2h 21m
Deixe um comentário