”13 Horas” prova que não é todo diretor que pode dirigir um filme de Guerra

“13 Horas” prova que não é todo diretor que pode dirigir um filme do gênero Guerra.

Baseado em fatos reais, o longa conta a história de um grupo de seis soldados privados que trabalham num complexo da CIA em Benghazi, na Líbia, em 2012. Em um aniversário dos atentados de 11 de setembro, eles precisaram defender um posto diplomático que recebe a visita de um embaixador americano, e que obviamente será um alvo de terroristas.

Com uma história de guerra baseada em fatos reais, o mínimo que se espera de um roteiro e direção é uma certa seriedade para trabalhar com alguns temas.

Mas como era de se esperar de Michael Bay, você vai ver homens descamisados à todo momento — por mais que no contexto não faça o menor sentido — situações inverossímeis e diálogos simplórios.

Entre vergonhas alheias e exageros Hollywoodianos, o longa tem seus momentos grandiosos, a ação é frenética e funciona, mesmo com os cortes desenfreados do diretor.

O elenco também é o ponto alto, John Krasinski (“Um Lugar Silencioso”), James Badge Dale (“The Pacific”) e David Denman (“Mare of Easttown”) são apenas alguns dos nomes que entregam ótimas atuações.

Se você aceitar o momento “pipoca” que a ação de Michael Bay oferece, vai ser recompensado com um bom entretenimento.

Mas se esperar por uma trama mais crível ao que se propõe, pode se frustrar com às inverossímeis escolhas criativas de roteiro e a falta de tato do diretor para tratar assuntos tão revelantes quanto os explorados em “13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi”.

⭐️⭐️⭐️ – Bom

🎥 Filme: 13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi (13 Hours: The Secrets Soldiers of Benghazi)
🔵 Disponível em: Prime Video e Telecine

Direção: Michael Bay

2016 ‧ Guerra/Ação ‧ 2h 24m

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